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Prefeitura estabelece regras mais rígidas para a Cavalhada - Agito Atibaia

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Prefeitura estabelece regras mais rígidas para a Cavalhada


“Em 261 anos, esta será a primeira vez que Atibaia terá uma Cavalhada com regras claras e que serão fiscalizadas de forma efetiva, com amparo das forças policiais de Atibaia e de profissionais especializados”. Foi com essas palavras que o prefeito Saulo Pedroso anunciou, nesta semana, a publicação do informativo com as regras da 261ª Cavalhada em louvor à Nossa Senhora do Rosário, evento tradicional de Atibaia que faz parte do chamado “Ciclo Natalino”, a ser realizado no dia 26 de dezembro (quinta-feira). A concentração dos cavaleiros está marcada para as 10h, na Alameda Santa Filomena, altura do n° 1.220, bairro da Ressaca (terreno do “Bota Fora”, ao lado da antiga Mercotubos).
“A Prefeitura, apesar de não ser a realizadora da cavalhada [já que trata-se de um ato popular de manifestação cultural-religiosa], estabeleceu normas e envolveu equipes de diferentes áreas com objetivo de garantir um evento organizado, sem transtornos para a população e com respeito aos animais”, complementou o prefeito. Ainda em relação à fiscalização, a Prefeitura contratou uma empresa, devidamente cadastrada no Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo e na Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Governo do Estado de São Paulo, que  fará os serviços de assessoria, consultoria e responsabilidade técnica-veterinária. A empresa será responsável por efetuar inspeções de entrada e saída de animais e fiscalização de bem-estar animal.

 De acordo com o informativo, a inscrição do cavaleiro é obrigatória. As crianças deverão estar acompanhadas pelos pais ou responsáveis e o animal deverá, obrigatoriamente, estar com ferraduras, sela e/ou arreios. Será proibido o acompanhamento de veículos particulares durante o trajeto do cortejo, assim como a concentração de animais, comitivas e similares na Praça Loanda e lago do Jardim dos Pinheiros. Também está proibida a condução de animais com pessoas na “garupa”.

Para os cavaleiros, há exigências sanitárias obrigatórias e indispensáveis, tais como Guia de Trânsito Animal – GTA; Atestado Negativo de Exame de Anemia Infecciosa Equina; Atestado Negativo de Exame de Mormo; Atestado de Vacinação quanto à Influenza Equina (válido por um ano) e Atestado de Sanidade do Rebanho/Propriedade – quanto a Mormo, Influenza Equina e Raiva (válido somente até o destino).

O informativo também alerta para algumas recomendações no dia do evento, como cuidar do bem-estar do animal, respeitando seu limites; evitar o excesso de peso nas charretes, carroças ou similares; evitar o volume alto dos equipamentos de som das charretes, carroças ou similares; evitar conduzir garanhões agressivos ou éguas no cio; evitar o consumo de bebidas alcoólicas; não jogar lixo durante o trajeto; evitar algazarras ou tumultos e respeitar a todos que estiverem participando ou assistindo ao evento.

“Durante todo o trajeto, haverá fiscalização intensa. É necessário garantir a tradição, mas também é imprescindível que haja civilidade e bom senso de todos os envolvidos. A Prefeitura, como apoiadora da Cavalhada, não irá permitir abusos e, para isso, contará com apoio da Polícia Militar e Guarda Municipal, assim como de fiscais de diferentes secretarias municipais”, garantiu o prefeito Saulo Pedroso.

No informativo, a Prefeitura faz questão de ressaltar que “maus-tratos aos animais” é crime previsto em lei, de acordo com a Lei Federal de Crimes Ambientais nº 9.605/98; Lei Municipal Complementar nº 653/12 e Lei Municipal Complementar 672/13, Lei Municipal nº 3.209/01.
 
Tradição

No livro “Viva São Benedito! Viva a Mãe do Rosário! A dança da Congada e as Tradições Seculares em Atibaia no Ciclo Natalino”, a autora Lilian Vogel conta que a origem do evento consistia em um desfile de cavaleiros que iam buscar o “Festeiro”, trazendo-o em cortejo pelas ruas centrais da cidade até a Igreja do Rosário, onde davam três voltas, sendo que na última volta o “Rei” saltava de seu cavalo, adentrava na igreja e orava. Posteriormente, diante do som da Banda Musical que já estava no centro da Cidade, o “Rei” montava em seu cavalo e era conduzido até sua residência pelo cortejo dos demais cavaleiros participantes.

Saiba mais:
Informativo: 261ª Cavalhada em louvor à Nossa Senhora do Rosário

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